Do quê, mesmo?
- Mariane Panek
- 20 de ago. de 2025
- 1 min de leitura
Atualizado: 21 de ago. de 2025
A vida cotidiana Parece igual em qualquer tempo
Mas no capitalismo Isso habita outro campo A comunidade que não mais existe
Se tornou a série repetida na TV
Com personagens familiares
Ocupando o lugar
Do quê, mesmo? No fim de semana
Se escuta a classe trabalhadora
Ainda uma parcela a quem
Foi dada uma leve alforria
E pode então, tocar piano
A música ultrapassa as janelas
E busca as tão belas
Liberdades
O silêncio
Ao relento
O vazio
Mesmo quando
Nunca se teve tanto
Mas tanto
Do quê, mesmo?




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