Nos olhos da criança
- Mariane Panek
- 24 de nov. de 2025
- 1 min de leitura
É nos olhos da criança,
onde habita não apenas a esperança
do futuro a se colher,
mas o presente a se escolher.
O presente do camburão,
o cotidiano da escravidão,
e de um modo de produção
que só produz destruição.
Ou o presente da comunidade,
que se constrói na afetividade
mas não na romântica,
talvez recorrer à física quântica.
É o eterno entrelaçamento
que nos torna um ser humano,
não apenas um “ser profano”,
uma falha ou um engano.
Acreditar na natureza,
no amor e na certeza
de que a revolução acontecerá
quando juntos, conseguirmos criar.





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