top of page

Como raio de Oya

  • Foto do escritor: Mariane Panek
    Mariane Panek
  • 16 de jul. de 2024
  • 1 min de leitura

Recebo diversas informações confusas

Das tantas ideias difusas

Que permeiam o inconsciente coletivo

E ao mesmo tempo que me cansam, me deixam vivo


Pisando na poça de lama

Que a urgência de revolução proclama

Eu sinto a força das almas

Ao meu lado passam

Ao meu lado choram

Ao meu lado berram.


As ideias de tempo aqui não existem

Aqui as realidades coexistem

Em uma agoniante aflição

De um mar de emoção

Que não tem formado nem sentido


Para onde envias o que sentes?

Da mesma maneira o resíduo da vida é o lixo

O resíduo do sentimento, é um misto

Que se cocria em outro lugar.


Você não atrai o que sente

e nem mesmo sente o que lhe foi atraído

Essa diferenciação simplesmente não existe

Aqui desse lado onde hoje me encontro caído


Faz sentido apenas o movimento

De entender enquanto permite que o vento

Adentre as suas entranhas

E como o raio de Oya

Te energiza por dentro.



Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação

©2024 por Mariane Regina Salles Panek.

bottom of page